Testamento de Maximino!


"Em nome do padre e do Filho e do Espirito Santo. Assim seja. Eu Creio em tudo quanto ensina a Santa Madre Igreja Católica, Apostólica. Romana, em todos os dogmas que definiu o Nosso Santo Padre o Papa, augusto e infalível Pio IX.

Creio firmemente, até com preço do meu próprio sangue, na célebre Aparição da Virgem Santíssima na Santa Montanha de La Salette, no dia 19 de Setembro de 1846. Aparição essa que eu tenho defendido por palavras, por escritos e por sofrimentos.
 Depois da minha morte, ninguém ouse asseverar e dizer que me ouviu desmentir-me a respeito do grande acontecimento de La Salette, pois mentindo à fase do universo, êsse mentiria a si próprio. Com êsses sentimentos, eu dou o meu coração à Nossa Senhora de La Salette".
Como vimos, o coração de Maximino repousa no Santuário da Santa Montanha. Diante de beleza cristã duma tal morte e tão enérgica afirmação à beira da sepultura, que valor teriam ainda as poucas fraquezas em sua movimentada vida? Curvemo-nos reverentes perante a memória do escolhido de Maria Santíssima. ( Pe. Dr. Simão Bacelli, conheçam La Salette. ed. paulinas.1952. p. 194-195).


Pe. Dr. Simão Bacelli. M.S.
Missionario de Nossa Senhora de La Salette

A graça concedida aos videntes de Nossa Senhora da Salette.


Jhony Túlio, M.S.
Diferentes de outros videntes da Santissima Virgem Maria, os videntes da aparição de la salette, não se tornaram santos, ou tiveram suas vidas dotadas de coisas "extradicionarias" além da aparição na alta montanha francesa. Não foram eles intercessores de milagres, mas foram eles próprios o milagre em testemunho de La Salete com seus testemunhos.
Mas para melhor entendimento do titulo em questão, devemos antes de tudo entender duas linhas de raciocínio, a primeira que a graça Divina é entendida como "Gratum faciens" ou seja pela qual o homem fica unido individualmente e imediatamente a Deus, em seguida existira  a "Gratia data" que é dada na cooperação de alguém para converter, a graça doada para o bem dos outros.
Gratum Faciens : por que santificando aquele que a recebe e a conserva, torna-o agradável a Deus.
Gratum data: por que é gratuita inteiramente e por dois modos: pelos primeiro, por que ela esta acima das forças da natureza, cujas leis ultrapassa; é a força que faz o profeta; pelo segundo modo, ela não tem relação com o mérito da pessoa a quem é concedida. ( Pe. Dr. Simão Bacelli, conhecam la Salette.ed. Paulinas 1952.p.177)
Assim começamos a organizar o raciocínio que a graça é inteiramente ação transcendental na vida direta de um individuo na sua particularidade que o transforma e o converte, ou poderá ela ser vinculada por meio de outro (profeta) portador que tem a missão de através d
o anuncio levar a conversão.
A respeito de La Salette, não devemos perguntar se Maximino e Melânia eram santos, mas se estavam em condições de receber e de levar o testemunho conforme dêles se esperava.
Melânia
Maximino
Pois bem, até o momento em que a Aparição, alcançando o seu fim real, tornou-se coisa pública, estudada e julgada pela autoridade eclesiástica, as duas crianças cumpriram de modo admirável a sua missão de testemunhas e de mensageiros. A sua candura, a sua sinceridade ingênua, por vezes com certa rudeza, o seu desinterêsse,  a sua ignorância, a sua imaginação, que parece incapaz de inventar,- tudo serve neles ou melhor tudo serve para o intento da provindência. 
A respeito do que poderia ter acontecido após o julgamento episcopal, Dom Ginoulliac, pregando a sete ou oito mil pessoas na santa montanha, por ocasião do 9º aniversário da Aparição declarou: "A missão dos pastores terminou, a da Igreja começa. Êles podem afastar-se, esparlhar-se pelo mundo, tornar-se infies à grande graça recebida, a Aparição de Maria não ficará por isso abalada, pois é certa e nada no futuro poderá reagir contra ela". ( Pe. Dr. Simão Bacelli, conhecam la Salette.ed. Paulinas 1952.p.1181)
Assim é a Providencia Onipotente, concedeu a graça de duas pequenas crianças, sem estudos sem praticas catequéticas, ou qualquer conhecimento intelectual, serem até seus leitos de morte, fies testemunhas do que ouviram e viram, na Santa Montanha em 19 de Setembro em 1846.

Jhony Túlio 
Missionário de Nossa Senhora de La Salette

Missionários da reconciliação na Cidade Maravilhosa!

A vinda dos missionário da reconciliação para a então capital da republica federativa do Brasil, seria por si dotada de alegria e audácia, uma vez que a realidade da igreja, em si expressava desafio e coragem, ainda por ser a cidade do Rio de Janeiro, dotada de traços do império colonial, da Família Real Portuguesa, cidade com grande influência portuária na sua economia, e influência do positivismo na organização da republica , assim expressada na sua bandeira : "ordem e progresso".
 A vinda do padres saletinos ao Rio de Janeiro, então capital do Brasil teve intima influencia do então nomeado Joaquim Cardeal Arcoverde.  ressaltamos que o Epíscopo da Santa Igreja, anteriormente exerceu a função apostólica na cidade de São Paulo, na qual fundou a paroquia de Santa Ana, hoje então região episcopal, paróquia está assumida por padre Moussier em 1904.
No ano de 1908 o Cardel Joaquim, responderia a carta de padre Moussier, expressando a alegria da disponibilidade da vinda dos padre de Nossa Senhora da Salette, para fundação de missão na Igreja particular do Rio de Janeiro.
A primeira proposta de missão aos padre saletina seria a Paróquia de nossa senhora de Copacabana, todavia a distancia do centro da cidade e a dificuldade de locomoção influenciaram na decisão.
Em 09 de novembro de 1910, padre clemente Moussier, visitou a cidade do Rio de Janeiro no intuito da proposta de nova missão, todavia ao voltar a cidade de São Paulo, encontrou resistência por parte da comunidade religiosa, enquanto distancia da cidade de São Paulo e por causa do clima quente da capital ( certo que todos eles eram europeus).
em 1911 enviaram padre Fidélis willy, para cidade do Rio de Janeiro, na qual passou três meses, Hospedando-se no convento das Irmãs dos Santos Anjos onde serviu como capelão nesse período.
em 5 de fevereiro de 1912, os padres saletinos no Brasil, aceitaram a proposta de assumir a paroquia do santo cristo na região portuária, todavia o principal ideia seria a fundação de uma igreja com titulo de nossa Senhora da Salette.
25 de fevereiro de 1912, o próprio padre Moussier, veio assumir a missão proposta, no dia 29 de marco  adquirir um terreno para estabelecer residencia e a capela. chegando no Rio de Janeiro no dia 28 de março.
Em 2 de junho de 1913, foi decidido adquirir pela soma de 96 contos de réis, dois imoveis situados na rua catumbi, na esperança de ali ergir a Paroquia dedicada a Nossa Senhora da Salette.
14 de abril de 1914, fundar-se a a Paróquia no bairro Catumbi, com sua matriz provisoria.
Uma curiosidade que podemos destaca que o primeiro nome da paroquia foi: Paroquia Nossa Senhora da Dores da Salette. entretanto abreviada em 06 de abril de 1972 para Nossa Senhora da Salette.
07 de novembro de 1916 o Cardeal recomendar a construção da nova Matriz.
No ano de 1927 a Paróquia do Catumbi inaugurada. construida em estilo gótico.
Ainda hoje podemos encontrar a bela construção que venera a Aparição da Virgem Santissima em La salette na França, e a vida de zelosos sacerdotes, Missionarios da reconciliaação. 


                                                  Diácono Flavio Vieira Missionário Saletino




                                             Paroquia Santuário Nossa Senhora da Salette






Interior do Santuário de Nossa Senhora da Salette.





Historia dos videntes da virgem maria em la salete - França.

Melanie Calvat 


Melanie Calvat nasceu em Corps, aos 7 de novembro de 1831, no seio de uma famlia numerosa. 
O pai, Pedro Calvat, conhecido como serrador, na verdade aceita qualquer tipo de trabalho.
 A mãe, Julia Barnaud, lhe dá dez filhos. Melnia é a quarta. 
A família é tão pobre que às vezes, as crianças eram mandadas a mendigar. 

Criança ainda, Melania é "empregada" para tomar conta de vacas junto a camponeses da região.

 Desde a primavera de 1846 até o fim do outono, êi-la na casa de João Batista Pra, em Ablandins, um dos pequenos povoados da aldeia de La Salette.

 O vizinho de Pra se chama Pedro Selme, ele que contratou por uma semana somente, o irrequieto Maximino para substituir um pastor adoentado. 

Diante desse extrovertido, Melania, tímida e taciturna, se mantém reservada. No entanto, as duas crianças têm algo em comum..., sem assim se pode falar! Nascidas em Corps, onde residem as respectivas famlias, não se conhecem porém, dadas as prolongadas ausências da pastora. 

Ambos falam o dialeto local, e só conhecem algumas palavras do francês. Nem escola, nem catecismo. Não sabem ler nem escrever. O pai de Melania vive à procura de serviço. A mãe anda sobrecarregada de trabalho por causa da família numerosa. Não há lugar para o afeto, e se há, é muito pouco. 
No dia da Aparição, o que caracteriza Melania e Maximino é a pobreza: pobres de bens, pobres de saber, pobres de afeição. 

O fato é que são inteiramente dependentes. São como "cera virgem" que o evento marca definitivamente com seus sinais, respeitando porém suas personalidades. 

Melania, na verdade, muito diferente de seu companheiro Maximino. Vive na casa de estranhos e só convive com a própria família durante os difíceis meses de inverno, quando a fome e o frio sobrevém. 

casa da vidente Melanie Calvat
Não é de estranhar pois que seja tímida e introvertida. - "Suas respostas eram simplesmente Sim ou Não", afirmava seu patrão, João Batista Pra.

 Depois do fato, ela responde com clareza e simplicidade as perguntas relativas ao evento de La Salette. Permanece durante quatro anos junto às Irmãs da Providência. Tem pouca memória e ainda menos aptidões que Maximino, para os estudos. 

A partir de novembro de 1847, sua diretora já temia que Melnia "não tirava proveito da posição que o evento lhe havia dado". Tornando-se postulante e, a seguir, noviça nessa mesma Congregação, objeto de atenção e condescendência da parte de numerosos visitantes, ela se otm às próprias opiniões. Por isso, o novo Bispo de Grenoble, reconhecendo, embora, sua piedade e devotamento, recusa-se a admiti-la aos votos "para formá-la... na prática da humildade e da simplicidade cristãs". 

Infelizmente, Melnia dá ouvidos a pessoas "inquietas e doentias", imbuídas de profecias populares, de teorias pseudo-apocalípticas e pseudo-místicas.

 Isso a marca pelo resto da vida. Para dar crédito a tais afirmações, ele as rel luz do segredo que recebeu da Bela Senhora. O mais simples exame do que afirma e escreve, mostra já as diferenças irredutíveis aos sinais e palavras de Maria em La Salette. 

Melania, seus problemas e fantasias, tornaram-se o centro de seu discurso. Através de suas profecias, acerta as contas com aqueles que opõem alguma resistência a seus projetos. Assim manisfesta sua recusa a sociedade ou ao meio ambiente em que encontra problemas. 

Recria um passado imaginário onde são exorcisadas as frustações de que foi vítima na infância. Já em 1854, Dom Ginoulhiac escrevia:- "As predições atribuídas a Melania... não têm fundamento, não têm importância em relação ao Fato de La Salette... são posteriores a esse mesmo Fato e nenhuma ligação tem com ele". 

E observa: - "Deixou-se a maior liberdade as duas crianas para se desmentirem, e elas não mudaram seu falar a respeito da verdade do fato de La Salette". Nessa tica, Dom Ginoulhiac proclamar a 19 de setembro de 1855, sobre a Santa Montanha:
"A misso dos pastores findou, e da Igreja começa".


Infelizmente, Melania prossegue em suas divagações proféticas, orquestradas mais tarde pelo talento fulgurante de Leon Bloy ao criar uma corrente "melanista" que pretende se ligar a La Salette, mas que não tem outra base senão as incontroláveis afirmações de Melania.

 Está muito longe dos fundamentos históricos da Aparição. Quanto ao conteúdo, apesar do verniz religioso, nada tem praticamente a ver com as verdades da fé da Igreja, relembradas por Maria em La Salette.

Deixa-se o campo da fé para ir-se ao campo instável, constestável e estéril das crendices. Esse tipo de literatura se distancia da fé em vez de favorecê-la.

Em 1854, um sacerdote inglês leva Melania a Inglaterra.
 No ano seguinte, ela entra no Carmelo de Darlington, onde faz profissão temporária em 1856, deixando-o porém em 1860.

Faz outra tentativa junto as Irmãs da Compaixão, de Marselha. Depois de uma estadia na casa delas em Cefalnia, na Grécia, e de uma passagem pelo Carmelo de Marselha, retorna às Irmãs da Compaixão por pouco tempo.

Depois de alguns dias em Corps e em La Salette, estabelece-se na Itália, em Castellamare di Stabia, perto de Nápoles. Ali permanece durante dezessete anos, escrevendo seus "segredos" e a regra para uma eventual fundação.

O Vaticano solicita ao Bispo da Diocese que a proíba de publicar este tipo de escritos, mas ela procura obstinadamente outros apoios e o imprimatur, até mesmo junto ao chefe do Sacro Palácio, Dom Lepidi.

Isso não significa uma aprovação, nem mesmo velada. Além disso, a autoridade a que Melnia se refere não é competente. Depois de uma estadia no sul, em Cannes, reencontramos Melania em Chalon-sur-Sane onde, sempre em busca de uma fundação, sustentada pelo Cônego de Brandt d"Amiens, suscita uma querela com Dom Perraud, Bispo de Autum. 

Melanie com 70 anos de idade

A Santa Sé entra na questão e dá razão ao Bispo. Em 1892, retorna a Itália, perto de Lecce, depois em Messina, na Sicília, mediante convite do Cônego Anibal di Francia.

Depois de alguns meses no Piemonte, estabelece-se na casa do Pe. Combe, Proco de Diou, no Allier, um sacerdote apaixonado por profecias político-religiosos. Ali conclui uma autobiografia, no mínimo romanceada, onde reinventa para si mesma, uma infância extraordinária, mesclada de considerações pseudo-místicas, reflexo de suas próprias fantasias e das quimeras de seus correspondentes.

As mensagens que então Melania emite e quer ligar a La Salette, nada em verdade, tem a ver com seu testemunho primitivo a respeito da Aparição.

Aliás, quando se toca no fato de 19 de setembro de 1846, ela reencontra a simplicidade e a clareza de sua primeira narrativa, em plena concordância com a de Maximino. E isso, de maneira constante.

Assim foi quando de sua passagem sobre a Santa Montanha, a 18 e 19 de setembro de 1902. Retorna ao sul da Itália, em Altamura, perto de Bari.

Ali morre aos 14 de dezembro de 1904. Repousa sob uma lápide de mármore na qual um baixo relevo mostra a Virgem acolhendo a pastora de La Salette, no céu. Uma coisa é certa: ao final de todas as suas andanças, há um ponto sobre o qual Melania jamais mudou: o testemunmho que, com Maximino, ela deu na tarde de 19 de setembro de 1846, na cozinha de João Batista Pra, em Ablandins, e durante toda a investigação conduziada por Dom Felisberto de Brillard, retomada e confirmada pela de Dom Ginoulhiac.

Numa vida difícil, Melania permaneceu pobre e piedosa, fiel sempre a seu primeiro testemunho.

Historia dos vidente de nossa senhora de la salete.

Maximino Giraud

Vidente da Virgem Maria em La Sallete- França

Maximino Giraud nasceu em Corps, aos 26 de agosto de 1835.
Sua mãe, Ana Maria Templier, originária da região. Seu pai Germano Giraud proveniente de uma região próxima.

Maximino tinha dezessete meses quando sua mãe morreu, deixando também uma menina de oito anos, Angélica.

Pouco depois o Sr. Giraud casa novamente. Maximino foi crescendo sem rumo. O pai, armador de carroças, vive na oficina ou no botequim.

Sua esposa não tem atenção nenhuma com o  garoto, vive, descuidado, que não consegue ficar em casa, mas vive de cá para lá, nas ruas de Corps, atrás das diligências e carroças, ou andando pelas estradas com uma cabra e um cão.



O garoto facilmente artreiro, com um olhar vivo sob uma negra cabeleira desgrenhada, e uma língua solta...
casa onde maximin residia
Durante a Aparição, enquanto a Bela Senhora se dirige a Melania, faz girar o chapéu no alto do cajado, ou com outra ponta, brinca com as pedrinhas em torno dos pés da Bela Senhora.

- "Nenhuma a tocou!", responder ele, espontâneamente, a seus inquiridores. cordial, desde que se sinta amado. Malicioso quando se quer implicar com ele.

Sua adolescência foi difícil. Nos três anos seguintes à Aparição, perde seu meio-irmo João Francisco, a madrasta Maria Court, e seu pai o carpinteiro Geraud.

Posto sob a tutela do irmão de sua mãe, o Tio Templier, homem rude e interesseiro. Na escola, sua evolução nos estudos foi modesta.

A Irmã Santa Tecla que o acompanha de perto, o chama de "o eterno movimento". Acrescentem-se a isso, as pressões exercidas pelos peregrinos e curiosos. Nessas circunstâncias, alguns iluminados legitimistas, partidários de um pretenso filho de Lus XVI, querem manipulá-lo para fins políticos. Maximino procura ludibriá-los.

 Contra os conselhos do Proco de Corps e desrespeitando a interdição do Bispo de Grenoble, eles conduzem o adolescente a Ars.

Maximino não gosta da companhia deles, mas aproveita a ocasião para conhecer este local. São recebidos pelo imprevisível Pe. Raimundo que, logo de início, trata o fato de La Salette como trapaça, e os videntes como mentirosos. Durante a manhã de 25 de setembro de 1850, o Cura d"Ars encontra-se por duas vezes com Maximino, uma na sacristia, e outra no confessionário, mas sem confissão.

Que pode têr-lhe contato esse adolescente exasperado?
O resultado que, durante anos, o santo Cura d"Ars duvidou e sofreu. Depois do mandamento de 1851 ele remete  seus interlocutores ao julgamento emitido pelo Bispo responsável. Demorou alguns anos para ele mesmo aceitar o fato e reencontrar a paz.

 Quanto a Maximino, mesmo afirmando que jamais se desmentiu, teve muitas dificuldades em justificar ser comportamento. Basta enumerar os locais por onde passou para se avaliar a que ponto o jovem Maximino viveu de cá para lá: do seminrio menor de Grenoble (Le Rondeau) Grance Chartreuse, do tratamento médico em Seyssin a Roma, de Dax a Aire-sur-Adour a Vsinet, depois do colégio de Tonnerre a Petit Jouy em Josas perto de Versailles e a Paris.

Seminarista, empregado num asilo, estudante de medicina falhando ao bacharelado, trabalha numa farmácia, engaja-se como guarda-pontficio, rescindindo o contrato após seis meses e voltando a Paris.
O jornal "La Vie Parisiense" atacou La Salette e os dois videntes. Maximino apresenta queixa e obteve uma retificação.

 Em 1866 publica um opósculo: -"Minha profissão de fé a respeito da Aparição de Nossa Senhora de La Salette".
Nesse período, o Sr. e a Sra. Jourdain, um casal devotado ao serviço de Maximino, assegura-lhe certa estabilidade e paga suas dívidas a ponto de se arruinar.

Maximino aceita então associar-se a um comerciante de licores que faz uso de sua notoriedade para aumentar a venda de seus produtos. O imprevidente Maximino não encontra ali satisfação.

Em 1870 foi mobilizado a servir no Forte Barrau, em Grenoble. Por fim, volta a Corps onde o casal Jourdain vem a seu encontro.

Os três vivem pobremente, ajudados pelos padres do Santuário, com a aprovação do Bispado.
 Em novembro de 1874, Maximino sobe ao local de peregrinação de La Salette.

Diante de um auditório particularmente atento e comovido, apresenta a narrativa da Aparição como o fizera desde o primeiro dia. Será a última vez.

A 2 de fevereiro de 1875, vai igualmente pela última vez à Igreja Paroquial.
Na tarde de 1o. de março, Maximino se confessa, recebe a Eucaristia bebendo um pouco de água de La Salette para engolir a hóstia.

Cinco minutos mais tarde entrega sua alma a Deus. Não completara quarenta anos ainda.

Túmulo de maximino
Seus restos mortais repousam no cemitério de Corps, mas seu coração se encontra na Baslica de La Salette, perto do teclado do rgo. Era sua última vontade, para assim marcar seu apego à Aparição:
- "Creio firmemente, mesmo a preço de meu sangue, na célebre aparição da Santíssima Virgem sobre a Montanha de La Salette, a 19 de setembro de 1846. Aparição que defendi por palavras, por escritos e por sofrimentos... Com este sentimento dou meu coração a Nossa Senhora de La Salette".

A 19 de setembro de 1855, Dom Ginoulhiac, novo Bispo de Grenoble, assim resumia a situação:- "A missão dos pastores chegou ao fim, a da Igreja começa".

Inúmeros são hoje os homens e mulheres de todas as raças e países, que encontraram na mensagem da Salette o caminho da conversão, o aprofundamento da própria fé, o dinamismo para a vida cotidiana, as raízes do próprio engajamento com e no Cristo a serviço dos outros.

Fonte de pesquisa:http://rezairezairezai.blogspot.com.br/2010/09/nossa-senhora-da-salete-ou-notre-dame.html

O coroinha na Igreja Romana

A vocação que surge, em torno do altar. Inicio está reflexão com essa frase, para apresentar a importância do serviço que muitas crianças e jovens, vêm exercendo em tantas paroquias  no mundo, isto é, o serviço de está como coroinha na Igreja de Cristo Jesus.
Todavia esses jovens e crianças que para muitos são “pequenos padre ou pequenas freiras”, não somente por utilizarem roupas litúrgicas, mas também por causa de seus comportamentos diferenciados, com relação a crianças e jovens da mesma faixa de idade. Sendo o termo coroinha, surgiu na antiga liturgia, antes do concilio vaticano ll, quando as missas eram cantadas em coro, e ocasionalmente se convidava alguns meninos para auxiliar os padres no altar, denominados coroinhas.
Contudo trago como embasamento a instrução REDEMPTIONOS SACRAMENTUM, ( congregação para culto divino e a disciplina dos sacramentos) em particular o capitulo II na segunda seção, numero 47, que fala: “É muito Louvável que se conserve o benemérito costume de que crianças ou jovens, denominados normalmente assistentes (coroinhas), estejam presentes em um serviço junto do altar” (...) “não se pode esquecer que o conjunto destas crianças, ao longo dos séculos, tem surgindo um número considerável de ministros consagrados” (...). Deixando assim claro o valor e a responsabilidade que jovens e crianças tem quando assumem e quando desejam ajuda no serviço do altar. Onde é orientado pelo magistrado da Igreja que sejam apenas admitidos para serviço do altar, jovens e crianças, que já fizeram ou estão sendo acompanhados por catequistas na formação para primeira Eucaristia, que sejam de personalidade serena, tanto no ambiente família quanto social, espelhando-se no cristo Jesus obediente.
Sendo importante ressaltar, sobre a questão das roupas litúrgicas que os jovens e crianças utilizam; trago ainda o mesmo documento antes citado, porém no capitulo VII, seção 153, onde orienta o seguinte: “Não é permitido ao leigo assumir funções ou vestes, dos clérigos (padres) ou roupas similares”. Contundo quando os jovens e crianças começam a receber a formação para pode auxiliar no serviço altar, não significará que estarão saindo da condição de leigo, e sim, estarão futuramente autorizados pelo pároco, para somente em procissões, celebrações e ocasiões especiais o uso de tais vestes. No mais existindo leigos que sem autorização do pároco ou sem o mínimo de formação, utilizam essas vestes, que lhe sejam repreendidos, para se evita o perigo de obscurecer a complementaridade entre a ação dos clérigos e dos leigos, e não leve a confundir o que é lícito do magistrado da Igreja e o que é licito aos leigos.
Então ser coroinha, não é apenas auxiliar no serviço do altar e sim ter também a consciência do valor, que esse singular sacrifício está sendo consagrado pelo sacerdote, onde o vinho e o pão se tornam verdadeiramente corpo e sangue de Jesus Cristo, aos olhos da Fé. Viva a São Tarcísio. 

Seminarista Saletino
Jhony Túlio
São Tarcísio - Padroeiro dos coroinhas


Missa em ação de graças pelo aniversario de Carlos José e mauricio. dia 22 de abril




1ª Vigília Jovens 
Um noite antes da missa de envio dos missionários jovens para missão o setor cidade, aconteceu vigília jovem, diante de Jesus sacramentado. presença de vários jovens e leigos da paroquia local. Dia 06 de Março




























Missa de Posse 

Missa de posse  de padre José Cristovam como Pároco da paroquia sagrado coração de Jesus. Valença -BA. dia 18 fevereiro
























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