O coroinha na Igreja Romana
A
vocação que surge, em torno do altar. Inicio está reflexão com essa frase, para
apresentar a importância do serviço que muitas crianças e jovens, vêm exercendo
em tantas paroquias no mundo, isto é, o
serviço de está como coroinha na Igreja de Cristo Jesus.
Todavia
esses jovens e crianças que para muitos são “pequenos padre ou pequenas
freiras”, não somente por utilizarem roupas litúrgicas, mas também por causa de
seus comportamentos diferenciados, com relação a crianças e jovens da mesma
faixa de idade. Sendo o termo coroinha, surgiu na antiga liturgia, antes do
concilio vaticano ll, quando as missas eram cantadas em coro, e ocasionalmente
se convidava alguns meninos para auxiliar os padres no altar, denominados
coroinhas.
Contudo
trago como embasamento a instrução REDEMPTIONOS SACRAMENTUM, ( congregação para
culto divino e a disciplina dos sacramentos) em particular o capitulo II na
segunda seção, numero 47, que fala: “É muito Louvável que se conserve o
benemérito costume de que crianças ou jovens, denominados normalmente
assistentes (coroinhas), estejam presentes em um serviço junto do altar” (...) “não
se pode esquecer que o conjunto destas crianças, ao longo dos séculos, tem
surgindo um número considerável de ministros consagrados” (...). Deixando assim
claro o valor e a responsabilidade que jovens e crianças tem quando assumem e
quando desejam ajuda no serviço do altar. Onde é orientado pelo magistrado da Igreja
que sejam apenas admitidos para serviço do altar, jovens e crianças, que já
fizeram ou estão sendo acompanhados por catequistas na formação para primeira
Eucaristia, que sejam de personalidade serena, tanto no ambiente família quanto
social, espelhando-se no cristo Jesus obediente.
Sendo
importante ressaltar, sobre a questão das roupas litúrgicas que os jovens e
crianças utilizam; trago ainda o mesmo documento antes citado, porém no
capitulo VII, seção 153, onde orienta o seguinte: “Não é permitido ao leigo
assumir funções ou vestes, dos clérigos (padres) ou roupas similares”. Contundo
quando os jovens e crianças começam a receber a formação para pode auxiliar no
serviço altar, não significará que estarão saindo da condição de leigo, e sim,
estarão futuramente autorizados pelo pároco, para somente em procissões,
celebrações e ocasiões especiais o uso de tais vestes. No mais existindo leigos
que sem autorização do pároco ou sem o mínimo de formação, utilizam essas
vestes, que lhe sejam repreendidos, para se evita o perigo de obscurecer a complementaridade
entre a ação dos clérigos e dos leigos, e não leve a confundir o que é lícito
do magistrado da Igreja e o que é licito aos leigos.
Então
ser coroinha, não é apenas auxiliar no serviço do altar e sim ter também a consciência do valor, que esse singular
sacrifício está sendo consagrado pelo sacerdote, onde o vinho e o pão se tornam
verdadeiramente corpo e sangue de Jesus Cristo, aos olhos da Fé. Viva a São
Tarcísio.
Seminarista Saletino
Jhony Túlio
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| São Tarcísio - Padroeiro dos coroinhas |






































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